segunda-feira, 18 de julho de 2011

Às vezes quando se perde, se ganha...Às vezes quando se ganha, se perde.

Pode parece loucura tentar articular as duas frases num mesmo momento mas, vejamos como as afirmações têm tudo a ver. Desde o momento que nos entendemos por gente, por volta dos sete ou oito anos de idade, nos vemos envolvidos em conflitos de toda sorte. Sejam pessoais – afetivos ou não; sejam profissionais quanto chegar o nosso tempo. A mensagem é: Quero ser feliz e, ser feliz não pressupõe a qualquer preço mas respeitando-se alguns critérios a saber: Minha felicidade não pode significar a infelicidade dos outros; para ser feliz não posso passar por cima dos outros. Minha motivação agora é tratar as questões acima sob a ótica da vida pessoal e afetiva. Os que me conhecem sabem que não sou muito afeito a ficção. Na hora de escolher um bom livro invariavelmente vou na direção da literatura de não ficção. Outra paixão que tenho, os filmes, não me permitem tanta seletividade e acontece que às vezes acabo assistindo um bom filme de ficção. O filme do dia é “Amor Além da Vida” – EUA 1998 com Robin Willians e Annabella Sciorra. Neste filme pude ter contato por diversas vezes com as expressões. Recomendo o filme. Com Robin Willians não poderia ser diferente. Amigos como acontece quando estamos lendo um bom romance, nos filmes também somos transportados da vida real e convidados mesmos a identificar e posicionar a ficção em nossas vidas. Neste filme não foi diferente. Pude viver uma experiência afetiva real onde tudo parecia ser o fim, um desastre, uma tragédia mas lá no fim do túnel me esperava a felicidade. Se disser que não perdi estaria mentindo mas, hoje posso afirmar com todas as letras – SAÍ GANHANDO!  Ainda refletindo à luz da ficção, também nesta mesma ocasião achava que sairia ganhando muito ao deixar compromissos que muito me consumiam em determinada instituição. De fato me desocupei e hoje tenho muito mais tempo livre mas, da mesma forma, pelo que a instituição representou em minha vida devo também dizer com todas as letras – SAÍ PERDENDO! Por fim achei oportuna esta reflexão uma vez que a vida nos ensina a cada dia que nem tudo é verdadeiramente o que parece ser e que está mais do que provado que a vida é feita de escolhas e consequências. Se não ousarmos, deixaremos quase sempre de perder. Diferentemente ao não ousarmos certamente deixaremos de ganhar. Às vezes podemos escolher, às vezes a própria vida se nos impõe as situações e suas consequências. Seria projeto de Deus em nossas vidas?

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Poverello de Assis

Oração de são franscisco



Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz !Onde houver ódio, que eu leve o amor, Onde houver ofensa, que eu leve o perdão, Onde houver discórdia, que eu leve a união, Onde houver dúvidas, que eu leve a fé, Onde houver erro, que eu leve a verdade, Onde houver desespero, que eu leve a esperançaOnde houver tristeza, que eu leve a alegria, Onde houver trevas, que eu leve a luz. Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, Pois é dando que se recebe é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive para a VIDA ETERNA !


Esta oração foi feita após o pedido de clemência do papa Inocêncio III "arrependido" pelas cruzadas e muito enfermo. Francisco, duvidando de seu arrependimento, fora chamado a atenção pelo Pai pedindo piedade ao agonizante. São Francisco atendeu o pedido, admitindo humildemente sua ignorância.

Às vezes nos limitamos a reclamar da vida - vejam um exemplo de superação.

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